quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Cinco tendências para observar em 2011

As listas de tendências em TI surgem às cascatas quando o final de ano se aproxima e é comum que muitas sejam super valorizadas e acabem esquecidas. Por outro lado, outras que passam despercebidas, em um primeiro momento, acabam roubando a cena e realmente transformam o mercado.

Na verdade, elaborar as listas é um desafio, pois muitos movimentos de mercado são imprevisíveis. Mas um dos critérios mais precisos é acompanhar para onde o dinheiro está indo.

Com isso em mente, elaboramos uma lista com as cinco tecnologias ou conceito que podem decolar em 2011.1
1) A recessão mundial é transformadora.

Desde o final de 2008, muitas companhias que encararam a desaceleração no crescimento compensaram a produtividade com profundos cortes de orçamento. Em muitos casos, o total que deixou de ser gasto ficou reservado, aguardando o momento certo para ser colocado a disposição novamente.
Como querem voltar a crescer, a tendência é a de que invistam em novas tecnologias, com potencial para gerar lucratividade. Por outro lado, a adição de recursos complementares aos que já existem deve ser adiada, uma vez que os principais líderes de TI estão preocupados planejando como atender as demandas mais urgentes da área de negócios, buscando prazos mais curtos para isso.

2 - Tecnologias que cortam custos permanecem em destaque.

Dada a recessão, não é surpresa que a virtualização, elemento mais óbvio para o corte de custos, está ainda mais em destaque agora. Um ano atrás, o Gartner a colocou no topo das principais tecnologias para 2010, baseada em pesquisa com CIOs. Pelos nossos critérios, elas continuam no topo, seguida da computação em nuvem, software como serviço (SaaS) e aplicações de análises de negócios.

3 - Mobilidade explode.

Todos podem ver que a mobilidade é uma das bolas da vez no mercado de tecnologia, mas os fornecedores estão realmente focados em gerenciamento, suporte, segurança e outros desafios que vêm com a computação móvel? Um grande percentual de profissionais está levando ao ambiente de trabalho dispositivos de armazenamento rápido e colocando documentos e e-mails sensíveis neles. E os tablets estão chegando com força cada vez maior. Mais de 30 deles foram anunciados ou entregues em 2010 e são baratos o suficiente para que muitos os comprem.

4 - Software está mudando rápido.

Pegue o fenômeno da nuvem pública, pense em aplicações de larga escala baseadas em mobilidade web e você verá o começo de uma tendência que pode transformar a forma como trabalhamos. Quando você conecta dados significativos da corporação aos tablets por meio do seu data center, seja em nuvem pública ou privada, você tem tecnologia transformadora. Finalmente o mundo da TI consegue desacorrentar os trabalhadores de suas estações de trabalho, de forma que eles mantenham contato completo em qualquer lugar que estejam. Os dias dos aplicativos corporativos monolíticos, inflexíveis, baseados em redes LAN e proprietário estão chegando ao fim.

5 - Empresa 2.0 seguirá seu caminho.

Informação no modelo crowdsourcing, que é o real valor da Web 2.0 para as corporações, é uma ferramenta poderosa. É uma forma simples de ajudar a companhia a iniciar qualquer novo conceito. O uso dessa informação modela ideias, fornece visões valiosas e está no caminho para se tornar mais presente. Isso não significa que as ferramentas atuais de Web 2.0 vão acompanhar o movimento. Pelo contrário. As empresas estão vendo esse ponto como estratégia de negócios e não de tecnologia.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Empresariado aponta tendências para condução dos negócios em 2011

— registrado em: Economia e Finanças, Comércio e Varejo, Gestão de Pessoas por Agrimaldo Werlei 31/10/2010 14:02
Além de debater projeções sobre economia brasileira e perspectivas de seus diversos segmentos, a Business Round-Up da Amcham - São Paulo, nesta quinta-feira (6/10) contou com workshops para abordar as principais tendências para a condução dos negócios em 2011, aplicadas às áreas de Operações, Marketing e Gestão de Pessoas.

Operações

Pesquisa Amcham/Ibope aponta que as companhias pretendem aumentar suas capacidades produtivas e aperfeiçoar as operações no próximo ano. Para 51%, os investimentos em 2011 serão superiores aos efetivados em 2010 e, para 43%, os aportes serão no mesmo nível que os realizados no ano anterior.

Os planejamentos consideram destinação de recursos para o aumento da produção (35%), a implementação de novas tecnologias (18%), a expansão fabril (14%), a aquisição de equipamentos e maquinários (6%) e a modernização das instalações (4%).

"Esse levantamento envolve todas as atividades voltadas ao core business das empresas, desde a aquisição de matérias primas até distribuição e envolve a área de suporte de tecnologia da informação (TI) e comunicações. O Brasil tem removido um atraso no crescimento nos últimos anos, usou a capacidade ociosa e começa a chegar no gargalo. Com a expansão do mercado interno, não há outra saída para as empresas que a não seja expandir as capacidades. Por isso, a perspectiva com relação a investimentos existe", destacou Guy Cliquet do Amaral Filho, professor de gestão de Projetos e coordenador do programa de pós-graduação do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa), que foi o mediador do grupo.

Entre os desafios a serem superados em 2011, o gap de mão de obra. Atualmente, 35% das corporações já estão expressamente impactadas pela falta de profissionais qualificados nas áreas operacionais e, outras 53%, relativamente impactadas. Os custos de energia e de logística tributária são os aspectos que continuarão influenciando negativamente os negócios no próximo ano.

Após a divulgação do estudo, um workshop com profissionais que atuam nas operações das empresas, identificou tendências:

- Ampliação das capacidades das empresas em atender novos mercados ou os já existentes em progressão;
- Uso de ferramentas e metodologias para mensuração de riscos, garantindo melhor direcionamento e maior segurança aos investimentos;
- Aplicação de tecnologia da informação voltada à apuração de informações sobre mercados, demandas, produtos e concorrência (business intelligence);
- Oportunidades de migração de instalações para outros centros na região Sudeste, saindo de cidades de grande porte para médias;
- Integração de todas as equipes na elaboração dos planejamentos, garantindo gestão adequada, comprometimento e previsibilidade;
- Adoção de práticas sustentáveis;
- Infraestrutura - caberá à iniciativa privada se organizar em associações, indicando necessidades e direcionamentos aos planos do governo;
- Qualificação de profissionais - influenciar meios externos para que isso possa acontecer;
- Aprendizagem dentro das organizações;
- Importação de mão de obra;
Marketing

Com relação especificamente às áreas comercial e de marketing, a pesquisa Amcham/ Ibope mostra que 54% das empresas planejam expandir seus investimentos. Outros 45% esperam manter os aportes nos níveis atuais e apenas 1% dizem ter intenção de conter verbas para esse fim.

Os investimentos estarão concentrados em ações de relacionamento (18%), lançamento de novos produtos (15%), estratégias comerciais como redução de preços e aumento de prazos (14%), ações com as marcas (13%) e iniciativas para ampliar o valor dos produtos e serviços ofertados (12%).

Como parte da Business Round Up, workshop com profissionais das áreas comercial e de marketing detectou as principais tendências para esses segmentos em 2011. São elas:

- Investimentos em projetos e práticas sustentáveis;
- Intensificação da atuação em redes sociais;
- Expansão e integração de canais de vendas;
- Novas estratégias para gestão de relacionamento com clientes e demais públicos de interesse;
- Aumento do investimento em inteligência de informação;
- Investimento em formação e retenção de colaboradores;
- Fortalecimento da gestão de marcas;
- Velocidade crescente da inovação;
- Ampliação do escopo do negócio por meio de fusões, aquisições ou parcerias (alianças estratégicas);
- Atuação/ foco em segmentos de mercado específicos;
- Maior conscientização sobre a importância do pós-venda.

"Pelo que tenho visto acontecer, tanto na academia quanto na prática, o principal é o investimento em recursos intangíveis: informação, pessoas e marcas. Essa é a grande tendência. Se tivesse que escolher prioridades, seriam gestão de marcas e todos os investimentos em novas formas de relacionamento", comentou Daniela Khauaja, coordenadora acadêmica da área de Marketing da pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que mediou o debate ao lado de Mara Lacerda, diretora de Produtos e Serviços da Amcham.

Gestão de Pessoas

O levantamento Amcham/Ibope também revelou as perspectivas para a área de gestão de pessoas em 2011. No estudo, 61% dos respondentes informaram que os investimentos em Recursos Humanos irão crescer no próximo ano. Para outros 32%, eles permanecerão estáveis e, apenas 6% considerou a redução deles.

No orçamento de 2011, para 81% das companhias está previsto aumento de investimentos em treinamentos, enquanto para 13% das organizações isso não irá acontecer, e outros 6% não souberam responder.

A folha de pagamento irá aumentar, disseram 77% dos entrevistados, visando o aumento do quadro de colaboradores (67%), aportes em plano de retenção (25%) e condições de atratividade para enfrentar a guerra de talentos (8%).

De acordo com a sondagem, o apagão de talentos tem impacto expressivo para 35% das empresas, seguido por 48% que avaliou ser relativamente impactada e 16% que afirmou não sofrer com o problema.

Durante o Workshop Gestão de Pessoas, o grupo de executivos participantes elencou algumas das tendências e soluções para o segmento para os próximo ano, entre elas:

- Capacitação e desenvolvimento estratégico em todos os níveis da empresa;
- Importação de mão-de-obra como solução a curto prazo;
- Aplicação de endomarketing (estimular entre os colaboradores o sentimento de pertecer ao grupo), não investindo somente em remunerações;
- Otimização do recrutamento interno;
- Desenvolvimento de plataformas de treinamento virtual, web training, destinadas aos colaboradores, porém com acompanhamento de uma liderança eficiente;
- Promoção e incentivo à diversidade, criando uma cultura interna de valorização a este aspecto como fator de competitividade;
- Criação de benefícios diferenciados e inovadores (com foco em redução de custos) para serem direcionados a grupos distintos de colaboradores;
- Estimulo à vida de qualidade, através de conscientização sobre práticas saudáveis (espírito, corpo e mente);
- Mobilização de toda organização e formação de parcerias com sindicatos, outras empresas e governos, na busca de soluções para problemas fiscais e legais;
- Reinvenção do modo de atrair, selecionar e reter jovens talentos

"Há necessidade do desenvolvimento de novas estratégias pelos departamentos de Recursos Humanos para a redução de custos, não comprometendo a competitividade do negócio. São questões problemáticas antigas, potencializadas pela dimensão que as companhias alcançaram no mercado", comentou o moderador do workshop Wagner Brunini, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos de São Paulo (ABRH-SP) e vice-presidente de Recursos Humanos da América do Sul da Basf, empresa do setor químico.

Fonte: Amcham

Brasil precisa criar 1,5 milhão de vagas extras por ano até 2020.

A economia brasileira terá de criar a cada ano pelo menos 1,5 milhão de empregos extras até 2020, apenas para absorver a mão de obra que se tornará população economicamente ativa do país.

Os dados foram publicados essa semana pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em documento enviado aos líderes do G20 – grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo.

A entidade insiste que o grupo não pode tomar decisões sem pensar em solucionar a crise do emprego. Porém, aponta o Brasil como o segundo país que mais reduziu o desemprego desde o auge da crise, no inicio de 2009.


No total, os países do G20 terão de criar 21 milhões de postos de trabalho por ano para frear o desemprego em suas economias até 2020. Se todas as 192 economias forem consideradas, o mundo terá de criar 440 milhões de empregos em dez anos, tarefa que a OIT admite ser o maior desafio da década para os políticos.

O maior número de empregos terá de subir na Índia: quase 10 milhões por ano. Porém, o Brasil está na quarta colocação entre os que terão o maior desafio, já que ainda conta com a população jovem que, nos próximos anos, passará a buscar trabalho.
Segundo a OIT, ate 2020 o Brasil precisará criar 15 milhões de vagas extras na economia para absorver a população que passará a ter idade para trabalhar. Na China terão de ser criados 2,3 milhões de empregos por ano até 2020 e, nos Estados Unidos, a projeção é de que o número extra será de 1,1 milhão por ano.

Fonte: Diário regional.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Recrutamento online otimiza tempo do RH

A velocidade com que as soluções tecnológicas evoluem demanda constante atualização do mercado de recrutamento online. Trata-se de um mercado forte, agilizando a área de recursos humanos nas organizações e também facilitando a vida daqueles que buscam por uma oportunidade de trabalho.

Nos sites de diversas agências de empregos, por exemplo, com serviços gratuitos, são incluídas oportunidades a cada 2 minutos e nos últimos três meses o ambiente online registrou 43 milhões de buscas por emprego.
Uma das apostas é potencializar a rapidez com que o recrutador encontrará o perfil do profissional que procura.

Otimizar o tempo do recrutador, com inúmeros serviços e produtos, pois, nossa área de captação de vagas está alinhada com o RH das empresas, além de capturarmos por meio de ações inovadoras e estratégicas, os perfis profissionais demandados pelas empresas contratantes.
A triagem definindo os perfis economiza várias etapas do processo de seleção. “Sem dúvida o recrutamento online agiliza o trabalho e reduz a necessidade de ir atrás de fontes externas”. Os portais possuem um sistema de filtros avançado, permitindo que as empresas recebam os currículos mais adequados às vagas anunciadas, e aos candidatos, as vagas de trabalho que mais lhe interessam.

Cerca de 12 mil empresas clientes com mais de 400 mil vagas ativas para candidatos de todas as áreas profissionais e níveis hierárquicos e funciona como um canal qualificado de serviços e apoio ao RH das empresas, oferecendo ferramentas avançadas de busca na maior base ativa de candidatos no Brasil – mais de 4,3 milhões de candidatos.

Para os recrutadores, o tempo é um fator primordial. “Quando divulgam uma vaga, recebem um alto número de currículos. Selecionar estes candidatos, escolher os perfis ideais, ligar e marcar as entrevistas, é o que demanda um trabalho operacional que economizam".


Conheça nossa solução! E diminua seus custos com a Webintegrada! Um sistema Gestor para Recrutamento e Seleção Online! http://www.webintegrada.com.br/

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Entrevista de emprego: o lado de quem pergunta

Você já deve ter lido aqui várias matérias sobre como se dar bem em uma entrevista de emprego, maneiras de se portar diante dos recrutadores, coisas que podem ser ditas, gestos que podem ser bem ou mal interpretados quando se procura um emprego. Entretanto, pouco se fala sobre como o outro lado deve agir.

Isso mesmo. Você empresário, gerente, profissional de RH, sabe o que pode e o que não pode, o que deve e o que não deve ser feito na hora de entrevistar candidatos a um cargo em sua empresa?

O coach Paulo Roberto de Souza elaborou algumas dicas importantes que podem ser bastante úteis na hora de escolher novos profissionais para uma equipe. Segundo ele, o primeiro contato com o futuro funcionário "é muito importante para a empresa, e os empresários devem aproveitar esse momento para reciclar seus quadros e descobrir novos talentos". Para Paulo, a entrevista é uma etapa crucial, porque é nela que os candidatos têm a oportunidade de mostrar, na prática, seu diferencial.

Como realizar uma boa entrevista? Confira as dicas

- Deixe o candidato à vontade. Não o pressione e nem faça perguntas complicadas. Uma simples falha em uma frase pode afastar um funcionário muito competente.

- Deixe bem clara a política em relação a trabalho, salários, horas extras, assim como a cultura da empresa, etc.

- As competências técnicas de uma pessoa e as experiências anteriores são essenciais, mas as competências comportamentais é que definirão se a pessoa tem o perfil da empresa e garantirão a manutenção de um bom relacionamento dentro de uma equipe.

- Ao invés de fazer perguntas como "o que você faria se ocupasse esta vaga?", dedique-se a interrogar sobre experiências passadas reais, de forma que possa observar bem comportamentos adotados.

- Liste as competências que deseja quando está contratando. A seleção para uma vaga, quando não é bem planejada, pode resultar na escolha de um profissional inadequado para a função, gerando desgaste e desperdício de recursos quando o processo precisa ser refeito.