quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Estudantes acreditam que conhecimento é fundamental dentro das empresas


A resposta foi indicada por 34,34%. Outros pontos indicados pelos estagiários foram boas maneiras e pontualidade




Um levantamento realizado pelo Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) revelou que o conhecimento no ambiente de trabalho é considerado o fator mais importante para a maior parte dos estudantes. A resposta foi indicada por 34,34% dos respondentes.

A coordenadora de Treinamentos Externos do Nube, Yolanda Brandão, explica que o conhecimento pode ser entendido de dois modos.

O primeiro é o conhecimento que a empresa exige de seus profissionais, enquanto o segundo é como a empresa pode ajudar o estudante a desenvolver as competências relacionadas à carreira.

Boas maneiras e pontualidade
Outros pontos indicados pelos entrevistados como importantes dentro das empresas foram as boas maneiras (27,75%) e a pontualidade (16,32%). Sobre as boas maneiras, a especialista explica que, por falta de experiência em trabalhar e por causa da idade, muitos acabam errando em pequenas coisas.

“São coisas pequenas, como vestimenta ou descuido da aparência. As boas maneiras também podem ser percebidas por meio do e-mail. Não se deve responder e-mails corporativos como se estivesse nas redes sociais”, explica.

Além disso, Yolanda afirma que alguns estudantes se comportam no ambiente de trabalho como se estivessem ainda na escola. “Adequar-se às regras é importante, faz parte das relações de trabalho”.

Em relação à pontualidade, a coordenadora afirma que, geralmente, os estagiários não apresentam dificuldades em cumprir horários. Segundo ela, a falta de pontualidade é uma característica pessoal e não depende do fato de a pessoa ser estagiária ou inexperiente, pois existem profissionais bem mais velhos que não conseguem nunca chegar no horário previsto.

Sobre a importância da pontualidade para as empresas, o item aparece em terceiro lugar no ranking, porque muitas, por terem horários flexíveis, não se prendem tanto à hora de chegada e saída dos colaboradores.

Cordialidade e discrição
Por fim, os estudantes apontaram a cordialidade e a discrição, que aparecem em 4º e 5º lugares, com 14,39% e 7,20%, respectivamente.

A especialista afirma que, apesar de aparecerem nos últimos lugares, estes dois pontos são importantes, porque a ausência deles pode ocasionar a demissão do profissional. “São competências comportamentais. As pessoas são contratadas pelo conhecimento, mas são demitidas pela maneira como agem”.

Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Profissional dá 10 dicas para quem quer se sair bem na entrevista de emprego


Comunicação visual e cuidado ao falar são algumas boas opções


Visando ajudar quem procura um emprego a lidar com a entrevista de emprego, muitas vezes uma das etapas mais temidas em uma seleção, Rodrigo Vianna, diretor da Hays - empresa que recruta profissionais para média e alta gerência – apontou 10 dicas para orientar quem quer se sair bem em uma entrevista:

1- No primeiro contato é importante comunicar-se visualmente com o entrevistador. Seja simpático, sorrir é com certeza um bom começo para uma entrevista;

2- Cuidado com jargões ou palavras de baixo calão. Lembre-se: o momento da entrevista é a oportunidade de construir a sua imagem profissional;

3- Erros gramaticais como concordância devem ser evitados, por isso, preste atenção na hora de expor as suas idéias;

4- Nunca fale em terceira pessoa, o entrevistado é você;

5- Não interrompa o entrevistador. Ouça a pergunta até o final para começar a falar sobre o assunto;

6- Prepare-se para perguntas chaves como: por que você mudou de empresa? Qual o feedback que você recebeu do seu chefe?

7- Mentira tem perna curta. Prefira sempre usar a transparência, mesmo em situações mais delicadas;

8- Busque informações relevantes e, caso tenha abertura, faça perguntas sobre o negócio com o entrevistador. Com essa atitude você pode ganhar pontos;

9- Fale com calma para que o entrevistador entenda com clareza os seus comentários;

10- Caso o entrevistador faça uma pergunta que não saiba responder, fale tudo o que você souber de forma clara e bem explicativa. Não seja prolixo na resposta, pois ele perceberá que você está por fora do tema.

Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mundo: 80% dos profissionais apresentam algum sintoma de depressão


A OMS considera como sintomas de depressão irritação, problemas para dormir, preocupação, perda de interesse e tristeza

Um levantamento realizado pela consultoria Rogen Si revelou que quase 80% dos profissionais apresentam sintomas de depressão. O estudo analisou países da África, Ásia-Pacífico, Europa, Oriente Médio, América do Norte, América do Sul e Reino Unido.

De acordo com o estudo, 23,2% apresentam cinco ou mais sintomas. Já 10,5%, quatro sintomas; 14,8%, três sintomas; 17,9%, dois sintomas; e 13,2%, um sintoma. Apenas 20,44% dos profissionais disseram que nunca apresentaram nenhum sintoma de depressão.

A Organização Mundial da Saúde considera como sintomas de depressão irritação, problemas para dormir, preocupação, perda de interesse, tristeza, dores de cabeça e cansaço constantes, dor muscular, falta de apetite, remorso, náuseas, se sentir desvalorizado, entre outros.

Muita cobrança
A coordenadora de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Veridiana Germano, explica que casos de depressão são comuns em empresas em que os profissionais estão sobre pressão para alcançar metas e objetivos.

“A pessoa tem muitas tarefas ao mesmo tempo. O acúmulo de tarefas e serviços gera estresse”, acrescenta.

Por isso, para a especialista, o líder tem papel fundamental neste processo, já que ele deve avaliar se o funcionário não está sobrecarregado e se consegue desempenhar suas tarefas sem que o estresse afete a sua vida.

O que fazer
No caso de ter alguém com depressão na equipe, Veridiana aconselha que o gestor acompanhe atentamente o profissional e tenha paciência, pois como se trata de um problema de saúde, o profissional terá seu desempenho afetado devido ao desânimo, tristeza, entre outros sintomas.

Já nos casos de depressão mais graves, a coordenadora alerta que, muitas vezes, é necessário que o profissional se afaste do trabalho. “É importante ter confiança neste profissional. A pessoa não é assim, ela está passando por uma fase ruim”, diz.

O líder também deve aconselhar e incentivar que a pessoa deprimida procure tratamento médico. Se for necessário, o colaborador deve passar até mesmo pelo médico do trabalho, que poderá auxiliar melhor quem está com depressão.

Em relação aos colegas, Veridiana aconselha que procurem apoiar e se mostrem disponível para ouvir quem está com depressão. Além disso, as pessoas devem tentar envolver ao máximo o outro nas atividades e até mesmo convidar para eventos externos da empresa.

Fonte: www.administradores.com.br

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Ser você mesmo e o sucesso profissional


O mundo não é desenhado para compreender e aceitar qualquer comportamento ou expressão de uma pessoa, mas feito por regras que, quando quebradas, geram consequências


Motivos comportamentais estão entre os principais obstáculos na carreira de profissionais que não conseguem galgar postos mais altos. Conheci um gerente que se questionava, já próximo aos 40 anos, por que não conseguia chegar ao cargo de diretor. Afinal, era considerado competente, sincero, falava o que pensava e, como consequência, todos gostavam dele. Inclusive os diretores. Entretanto, para ele, era um mistério observar que até mesmo antigos subordinados seus já haviam chegado à diretoria e ele, não. Um desafio angustiante e obscuro. Livros, workshops sobre liderança, cursos... Parecia que nada o havia feito aprender o que precisava para ser promovido.

A impressão é de que ele não tinha consciência de como era percebido pela empresa, devido à sua forma de se expressar e à incapacidade de dominar suas emoções.

Quando criança, um indivíduo não tem consciência de como se expressa e o quanto isso interfere na sua vida. Já como adulto, terá muitos problemas na carreira e na vida pessoal, se tiver um desejo incontrolável de ser "ele mesmo" e dizer o que pensa de qualquer modo.

O mundo não é desenhado para compreender e aceitar qualquer comportamento ou expressão de uma pessoa, mas feito por regras que, quando quebradas, geram consequências. Elas existem para permitir o convívio, não para inibi-lo. Entretanto, nem todas são escritas ou faladas diretamente. O profissional maduro deve ser capaz de observá-las – e muitas delas estão nas entrelinhas. Uma pessoa imatura jamais saberá interpretá-las. Ela irá querer clareza em um mundo que é complexo por natureza: o mundo das relações humanas. E as empresas são feitas de seres humanos.

Para alguém ser capaz de ter a vida que quer, por vezes terá de fazer coisas que não gosta. Portanto, é prudente refletir sobre a seguinte questão: você tem tanta necessidade assim de ser você mesmo? Qual o valor de ser você mesmo, se, ao fazê-lo, não produz a vida que deseja?

Na natureza, os indivíduos que sobrevivem são os mais adaptáveis de sua espécie. E a vida adulta requer adaptação. O profissional que deseja transpor postos maiores deve saber se expressar. Entender o que falar e o que não falar. Saber o momento e a forma apropriada de transmitir uma mensagem. A maturidade requer responsabilidade, e temos falta de pessoas que queiram, de fato, subir, se responsabilizar por outras e pelos resultados. Afinal, ser líder não pode ser visto simplesmente como um esquema para ganhar mais dinheiro e status.

Para aqueles que desejam chegar lá, o desafio é saber ler a cultura da empresa em que trabalham, principalmente nas entrelinhas, e quais comportamentos são incentivados por mensagens faladas e não faladas, especialmente pelos líderes da empresa. Assim, se o gerente mencionado no início desta reflexão deseja de fato ser um diretor, deve pensar em se vestir, falar e se comportar como um desde já.

O bom ator interpreta um personagem com maestria, usa suas emoções a serviço desse papel, que, de forma relevante, auxilia a contar a história da peça ou do filme. A pessoa deve pensar sobre qual cargo deseja e interpretar bem a função que o levará a alcançar sua escolha. Não há nenhuma regra que estabeleça que alguém somente pode falar, se vestir e se comportar como um diretor quando for um. Ela pode começar a praticar desde já.

Assim como o bom ator estuda seus papéis, treina e possui coaches para se aprimorar, o bom profissional deve fazer o mesmo. Não adianta possuir um intelecto privilegiado, se não for capaz de dominar suas emoções, suas falas e seu comportamento. Ao exercitar esse domínio e ter consciência da vida que deseja, ele terá mais condições de se adaptar à cultura da empresa, se desenvolver e ser percebido como um candidato a cargos mais elevados. Afinal, a seguinte orientação, apesar de antiga, vale com muita propriedade para os dias atuais: envelhecer é obrigatório, mas maturidade é opcional. Vamos em frente!

.Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

6 dicas para ser feliz no trabalho


Especialistas apontam os principais itens para você alcançar a felicidade no ambiente organizacional

Dá para ser feliz no trabalho? Com certeza, devolvem especialistas em carreira e recursos humanos. Mas para trabalhar motivado, é necessário que o dia-a-dia profissional seja parte dos seus sonhos. "O conceito de relegar o trabalho ao segundo plano precisa mudar", diz Edson Félix, consultor de carreiras.

Especialistas afirmam que a felicidade no trabalho depende ainda de uma série de fatores complementares. E ressaltam: por mais paixão que você tenha pelo seu trabalho não é possível ser feliz o tempo todo.

"Tem sempre aquele relatório que você não gostaria de fazer ou um feedback não aguardado. A felicidade está em encarar essas situações com maturidade", aponta Cíntia Bortotto, especialista em recursos humanos pela Fundação Getúlio Vargas.

Com o intuito de ajudar você a construir uma rotina de trabalho feliz e harmoniosa, o Empregos.com.br elencou seis pontos fundamentais.

1. Escolha um trabalho apaixonante
Segundo Edson Félix, para ser feliz no trabalho é preciso gostar do que faz. Contudo a satisfação plena, ressalta o consultor, requer um caminho a ser trilhado. "Hoje você pode estar em uma posição não almejada. Se for o caso, encare como uma alavanca para realizar o seu sonho."

Cíntia Bortotto afirma que o profissional deve ainda descobrir qual é a sua fonte de motivação. "Algumas pessoas gostam de trabalhar com autonomia. Uma dica é atuar em áreas em que poderá ser responsável por projetos, por exemplo. Outras preferem desafios, conhecer coisas novas. Detectamos esta vontade principalmente em jovens em início de carreira."

2. Defina objetivos
O consultor Edson Félix diz que o profissional feliz planeja a sua carreira. Segundo ele, é importante definir onde você está, aonde quer chegar e qual trajeto será percorrido para atingir os objetivos. "Assim como uma empresa quando vai lançar um produto novo no mercado deve ter um planejamento para reduzir riscos, o profissional também deve traçar um plano."

3. Tenha foco em resultados
Ainda de acordo com Edson Félix, para ser reconhecido o profissional precisa apresentar resultados. O consultor destaca que quando o fluxo de trabalho funciona, o indivíduo obtém resultados positivos e consequentemente é reconhecido. "É preciso sentir parte de uma equipe. O real reconhecimento faz o profissional terminar o dia de trabalho feliz. É a hora em que ele diz: 'deu certo'."

4. Saiba lidar com conflitos
"Duas pessoas no mesmo ambiente já é o suficiente para o surgimento de conflitos", observa Jonas Tokarski, coach da Ricardo Xavier Recursos Humanos, para quem a felicidade no trabalho depende de um bom clima organizacional, salário condizente com a posição, perspectivas de crescimento dentro da empresa, dentre outros fatores.

No entanto, ele afirma que os atritos não podem interferir nos resultados. Para isso, é preciso gerenciar conflitos no trabalho. "Se for algo pequeno e localizado, converse com o seu par", recomenda Tokarski.

A consultora Cíntia Bortotto reforça que um ambiente de trabalho cooperativo certamente contribui para a felicidade. "É preciso construir relações sólidas e transparentes. O diálogo e o feedback retroalimentam as relações."

5. Invista em sua carreira
A satisfação no trabalho está ligada ainda ao preparo do profissional para assumir a sua posição na empresa. Conforme o consultor Edson Félix, uma pessoa atualizada, que faz cursos e participa de palestras periodicamente e mantém o networking fortalecido provavelmente terá uma carreira mais motivada.

"Leitura também é fundamental. Com a gama de informações que temos à disposição, o profissional corre o risco de ficar desatualizado em pouco tempo."

6. Adote uma postura otimista
Para o coach Jonas Tokarski, o profissional precisa alimentar a mente com ideias positivas desde a hora em que levanta da cama. "Pense em fazer melhor que ontem, construa bons relacionamentos, resolva os problemas de imediato, tenha ambições dentro da empresa", recomenda.

Segundo a consultora Cíntia Bortotto, a visão otimista e o alinhamento das crenças e valores do profissional com os da organização também trazem mais felicidade. "Quanto mais alinhados, mais feliz será o indivíduo."


Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Veja 5 atitudes que podem detonar as suas chances de conseguir um novo emprego


Aplicar o currículo para diversas oportunidades, de diferentes hierarquias e áreas, por exemplo, é uma delas


Não existe receita infalível que possa ser utilizada, quando o assunto é a busca por uma nova oportunidade no mercado de trabalho. Contudo, de acordo com o diretor de marketing do Grupo Michael Page para a América Latina, Sérgio Sabino, há algumas atitudes que podem diminuir as possibilidades na hora de conquistar uma vaga de emprego.

“Muito deve se avaliar antes de dar o próximo passo. E o maior responsável pela carreira do profissional é ele mesmo”, diz Sabino, que aponta nas orientações abaixo o que não fazer.

Atitudes "espanta-emprego"

1 – Aplicar o currículo para diversas oportunidades, de diferentes hierarquias e áreas. Segundo o especialista, tal atitude mostra falta de foco. “Você está dizendo ao recrutador que não sabe muito bem o que quer, qualquer coisa serve”, diz.

Assim, a orientação é perceber o momento de vida e as experiências para aplicar o currículo para posições adequadas ao seu posicionamento hierárquico e conhecimentos.



2 – Achar que o recrutador é um amigo. Uma entrevista é uma reunião de negócios, lembra Sabino. Portanto, imaginar que uma postura amiga e informal demais pode influenciar na empatia com o entrevistador é um erro, visto que a atitude passa, na verdade, a percepção de falta de profissionalismo e imaturidade.

3 – Buscar retorno de uma entrevista logo depois da conversa. Apesar da curiosidade natural do momento, a tentativa de contatos seguidos e excessivos pode transmitir uma ansiedade prejudicial ao candidato.

Dessa forma, o melhor é administrar a curiosidade e aguardar alguns dias antes de fazer contato.

4 – Subestimar a entrevista por telefone. Quem está participando de um processo seletivo deve ter consciência de que a conversa por telefone influencia a imagem que o recrutador pode formar do candidato.

Portanto, ao atender o telefone e perceber que do outro lado está um recrutador, tenha certeza de que poderá falar naquele momento e que terá alguns minutos para dedicar. Caso contrário, é melhor informar ao interlocutor e dizer qual o melhor horário para retornar.

5 – Por fim, não superestime a si mesmo. Informações como idiomas e passagens profissionais são completamente avaliadas. Assim, informe claramente suas habilidades e conhecimentos e lembre-se: “o mais importante em um profissional é sua postura e transparência”.

Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Programas de saúde financeira ajudam na produtividade


Alguns chegam a faltar no emprego para tentar resolver esta situação com a empresa que está cobrando ou para fazer "bico"

Contas atrasadas, cobrança por telefone, ter o nome negativado ou ter de pedir empréstimos a familiares são alguns dos motivos que tiram o sono de muitos profissionais. Quem acredita que os problemas financeiros não influenciam no desenvolvimento das atividades no trabalho está enganado.

Segundo o diretor-executivo da Ecobenefícios, Alexandre Leite, as pessoas com problemas deste tipo têm a produtividade afetada. “Assuntos assim incomodam durante todo o dia, a pessoa fica pensando nos problemas”.

Ele acrescenta que alguns colaboradores chegam a faltar no emprego por dois motivos, ou para tentar resolver esta situação com a empresa que está cobrando ou para fazer um trabalho esporádico, conhecido como “bico”, para ganhar um dinheiro extra.

Funcionários no azul
Para não serem prejudicadas e poderem ajudar os funcionários que estão nesta situação, algumas empresas aderiram aos programas voltados à saúde financeira. É o caso da Confirp, que realiza uma um vez por ano um curso ministrado por um consultor financeiro, que orienta os funcionários como gastar bem o seu dinheiro.

A gerente de RH (Recursos Humanos), Monica Holler Michaluate, explica que a iniciativa surgiu quando a consultoria percebeu que muitos colaboradores não conseguiam pagar os empréstimos consignados feitos em um banco parceiro da empresa.

“Para muitos, o salário é a única fonte de renda, e eles estavam comprometendo o pagamento com dívidas. Além disso, alguns gastam seu dinheiro antes de receber. As pessoas não aprendem na escola como lidar com o dinheiro. Muitos aprenderam batendo a cabeça”, diz.

Monica acrescenta que, durante o curso, os profissionais aprendem também como poupar um parcela do pagamento para realizar planos no longo e curto prazo. “Se policiando, eles conseguem realizar um sonho”.

Sem cartão de crédito
Foi o que a assessora de diretoria da Confirp, Thaíssa Câmara, fez. Após participar do curso, ela está guardando dinheiro para comprar uma casa. Mas nem sempre foi assim. A profissional já viu as suas contas no vermelho, devido ao cartão de crédito.

“Com o cartão, eu gastava mais do que devia. Comprava supérfluos e, principalmente, livros. Sou viciada em livros”, explicou. O primeiro passo para Thaíssa evitar que suas dívidas aumentassem foi quebrar o cartão de crédito. Além disso, ela aprendeu qual era a melhor maneira de gastar o seu dinheiro, “com consciência”.

Agenda
Além de cursos e palestras, o diretor-executivo da Ecobenefícios aconselha que as empresas estimulem que seus colaboradores tenham acesso ao conteúdo que os ajudem a entender melhor sobre planejamento financeiro, poupança, entre outros assuntos do tipo.

Para ele, é importante que o empregador ensine e estimule seus colaboradores para que eles façam uma agenda para analisar suas finanças semanalmente. Uma dica é que, durante esta análise, o profissional considere os orçamentos mensal e anual. Dessa maneira, ele saberá em quais situações está gastando mais e conseguirá fazer um reajuste, o que evitará surpresas ruins para o bolso.


Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

As duas faces do tempo: a do que você perde e a do que você ganha


Falta de planejamento é a principal causa de descumprimento de agendas, destaca articulista...

Creio que a frase mais repetida em nosso país durante todos os dias seja "Eu não tenho tempo!". Parte das pessoas a expressa de forma resignada lamentando tal infortúnio enquanto que a outra parcela tem procurado encontrar formas para administrar melhor as horas de seu dia, o que nem sempre tem sido suficiente para cumprir agendas cada vez mais repletas de compromissos.

Na Antiguidade os gregos também já se preocupavam com o fator tempo e, segundo eles, este era orientado pelos deuses mitológicos Cronos e Kairós. Figuras díspares e que proporcionam uma importante reflexão sobre este assunto, mesmo após muitos séculos.

Segundo o poeta grego Hesíodo, que viveu no século VIII a.C., para governar o mundo Cronos castrou o seu próprio pai e matou cinco dos seis filhos logo ao nascerem (somente Zeus sobreviveu, salvo pela mãe) por causa do medo que possuía em ser destronado. Portanto, trata do deus que quer conservar a ordem vigente pelo medo de ser privado de seu poder e também do tempo matemático-técnico e mensurável, que corre uniformemente dia após dia e pode ser bem representado pelo uso do relógio e da agenda de compromissos, que servem como instrumento de medição e controle temporal.

Cronos traduz a necessidade atual do homem em mensurar os processos de trabalho, planejar suas atividades nos mínimos detalhes e calcular todas as possibilidades para cumprir seus propósitos. O problema é que, pressionadas por planejamentos e agendas muitas vezes inexequíveis, cada vez mais pessoas têm se tornado escravas das inúmeras metas que estabeleceram para si ou suas organizações.

É claro que o homem necessita orientar produtivamente seu tempo, afinal de contas o planejamento e a organização são imprescindíveis para qualquer tipo de desenvolvimento humano ou social. A disfunção reside no fato de orientar tudo por meio do fator Cronos, o que tem sido comum para muita gente e provocado desgastes desnecessários.

Por seu turno, Kairós, filho de Zeus e, portanto, neto de Cronos, foi um semideus que jamais teve por objetivo dominar o mundo e, consequentemente, não se preocupou em ocupar o lugar de seu pai. Geralmente, retratado como adolescente, espelha o vigor e a ousadia do jovem que decide e age, por vezes intempestivamente.

A percepção do tempo sob a dimensão Kairós revela possibilidades que só podem – e devem – ser aproveitadas no momento presente (carpe diem, para os romanos) como ocorre quando você aprecia uma sobremesa deliciosa, avista uma belíssima paisagem ao entardecer, sente o cheirinho que exala de uma árvore após rápida chuva ou celebra uma conquista pessoal. Desta forma, o Kairós trata do viver qualitativo do tempo que possibilita a visualização de oportunidades, diferentemente do Cronos que exalta o aspecto quantitativo presente nele.

Segundo o monge beneditino alemão Anselm Grün, "ambos os deuses, Cronos e Kairós, no relacionamento correto, pertencem a uma vida plena", pois sem regulamentações temporais não existiria nenhuma cultura, mas estas precisam conviver numa sadia relação de tensão com a vida no instante que experimenta, usufrui e reconhece ocasiões únicas.

A grande dificuldade do homem moderno não é administrar o seu tempo, mas sim as prioridades que estabelece para si. Quanto menor o número de coisas que você quer alcançar mais fácil também é equilibrar as duas dimensões, ao passo que deixar-se seduzir por inúmeras e atraentes prioridades simultâneas abre as portas para que o fator Cronos tome conta da sua vida.


Fonte: www.administradores.com.br

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Vitamina B pode reduzir em até 20% níveis do estresse relacionado ao trabalho


Pesquisa feita na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, mostrou resultados positivos do consumo da vitamina


Um estudo revela que a vitamina B pode reduzir em até 20% os níveis de estresse relacionado ao trabalho. A vitamina B é um complexo com oito vitaminas distintas, que podem ser encontradas em alguns tipos de carnes, legumes e vegetais e nos cereais, no leite e ovo.

A pesquisa foi realizada na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, e liderada pelo professor Con Stough. Seus resultados foram publicados na última edição do periódico Human Psychopharmacology.

Foram avaliados 60 voluntários em relação a fatores como personalidade, demanda de trabalho, ansiedade, estado de espírito e tensão. Após uma avaliação inicial, os voluntários foram reavaliados depois de 30 e 90 dias.

Os participantes do estudo foram divididos em dois grupos. Para os do primeiro foram dadas altas doses de vitamina B e, para os do segundo grupo, apenas placebo. Con Stough contou que, apenas três meses depois do experimento, o grupo que estava recebendo vitamina B apresentou níveis de estresse muito menores do que os níveis da avaliação inicial.

Foi uma redução de 20% no nível de estresse, explicou o professor. Já aqueles do grupo que receberam placebo não mostraram melhoras nos níveis de estresse.

Apesar de ter sido um estudo novo, o professor não ficou surpreso com o efeito da vitamina B, pois a sua importância nas funções cognitivas do homem há muito já era conhecida.

"A vitamina B, que é encontrada em todos os alimentos não processados, como carne, feijão e cereais integrais, é essencial para a síntese de neurotransmissores, essenciais para o bem-estar psicológico", afirmou Con Stough. "Mas a realidade é que muitas pessoas não recebem o suficiente vitamina B de sua dieta, então, elas estão se voltando para a suplementação da vitamina."

Além da vitamina B
Com a ajuda da nutricionista Daniela Cyrulin, elaboramos uma lista de alimentos que ajudam a combater o estresse:

Peixes e frutos do mar - diminuem o cansaço e a ansiedade, pois contêm zinco e selênio, que agem diretamente no cérebro. Outros alimentos ricos em selênio são atum enlatado e peru. No caso do zinco, a nutricionista cita os cereais integrais e o chocolate. Este último, porém, deve ser consumido com moderação.

Como sugestão de consumo, Daniela indica o sanduíche de atum durante o lanche da tarde no escritório. No caso do chocolate, faz bem comer 30g do alimento, de preferência com 70% cacau, no lanche da manhã ou da tarde.

Laranja - promove um melhor funcionamento do sistema nervoso. É um ótimo relaxante muscular e ajuda a combater o estresse e prevenir a fadiga. É rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do Complexo B. Daniela aconselha consumir 1 copo de suco de laranja pêra no lanche da manhã no escritório.

Castanha-do-pará - melhora sintomas de depressão, auxiliando na redução do estresse. É rica em selênio, um poderoso agente antioxidante. Uma unidade ao dia já fornece a quantia diária de selênio (350mg) recomendada.

Frutas ricas em vitamina C - a ingestão de vitamina C inibe a liberação de cortisol, principal hormônio relacionado ao estresse no corpo. Tente comer 1 pote de salada de frutas (kiwi, abacaxi, tangerina, laranja) no lanche da manhã ou da tarde.

Maracujá - as folhas do maracujá são calmantes, mas a fruta não é. As folhas contêm alcaloides e flavonoides, substâncias depressoras do sistema nervoso central, conjunto do cérebro com a medula espinal responsável pela sensibilidade e pela consciência. Por isso, elas atuam como analgésicos e relaxantes musculares. Faça um chá de folhas de maracujá e beba o dia todo no escritório.

Alface - a lactucina e lactupicrina, encontradas principalmente nos talos das folhas, atuam como calmante.

Saiba também que há os alimentos que podem agravar um quadro de estresse e, se o objetivo for combater o problema, é preciso evitá-los. Os principais alimentos desse grupo são aqueles que contêm cafeína, álcool e gorduras. No caso da cafeína, ela está presente no café, chá verde e refrigerante à base de cola. A gordura está nos doces, frituras e fast food, por exemplo. Sal em excesso também deve ser evitado.

Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mais da metade dos brasileiros trabalha além de 8 horas ao dia


De acordo com estudo, no Brasil, 43% dos profissionais trabalham de nove a 11 horas por dia; no mundo, a média é de 38%

Mais da metade dos profissionais brasileiros trabalha além de 8 horas por dia, segundo revela pesquisa realizada pela Regus – empresa especializada pelo fornecimento de espaço de trabalho flexível.

De acordo com o estudo, no Brasil, 43% dos profissionais trabalham de nove a 11 horas por dia, sendo que, no restante do mundo, a média é de 38%. Além disso, por aqui, 17% trabalham mais de 11 horas, enquanto 33% trabalham de sete a nove horas e 7%, menos do que sete horas diárias.

Homens e mulheres

Por gênero, as mulheres estão menos propensas a trabalhar mais de 11 horas do que os homens, já que apenas 3,8% delas trabalham mais de 11 horas por dia, enquanto que, entre eles, este percentual é de 20,4%.

“As mulheres parecem estar menos propensas a trabalharem mais horas por dia, provavelmente porque há mais chances de trabalharem meio período. Por outro lado, colaboradoras de pequenas empresas geralmente trabalham mais horas por dia do que funcionárias de grandes corporações”, ressalta o diretor-geral da Regus no Brasil, Guilherme Ribeiro.

Trabalho remoto

No que diz respeito ao trabalho remoto, acrescenta Ribeiro, o estudo mostra que existe uma indefinição entre os limites do trabalho e a vida pessoal, em casa, sendo que 46% dos profissionais brasileiros levam trabalho para terminar em casa, mais de três vezes por semana. A média mundial é de 43%.

Se comparados com as pessoas que trabalham no escritório, os profissionais remotos no Brasil levam trabalho para casa com mais frequência, sendo esta resposta apontada por 59%, contra 22% dos funcionários com local de trabalho fixo.

Assim como no Brasil, no mundo, o percentual de profissionais remotos que levam trabalho para casa é de 59%, enquanto que a média global de profissionais com local de trabalho fixo na mesma situação é de 26%.

Sobre as horas de trabalho, 14% dos que trabalham remotamente estão propensos a dedicarem mais de 11 horas às suas atividades profissionais, percentual que cai para 6% entre os que trabalham em locais fixos. Ainda assim, aponta o estudo, o trabalho remoto tende a ser mais produtivo.

“As empresas que possibilitam aos seus funcionários trabalharem mais perto de casa e administrarem seu tempo com mais independência irão conseguir uma diminuição do estresse. E, com isso, ganharão uma equipe mais produtiva, comprometida e saudável”, finaliza Ribeiro.

Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Por que é tão difícil ser aprovado em concurso público?


Conseguir aprovação requer muita dedicação, muito estudo e a superação de desafios

A aprovação em um concurso público é a realização para milhares de brasileiros. Exemplo disso é que, só no primeiro bimestre de 2010, o governo federal contratou 7.796 novos servidores, número que ultrapassa o registrado durante todo o ano de 2003 (7.220), segundo boletim estatístico do Ministério do Planejamento.

As ocupações e salários existentes no serviço público variam de acordo com o nível de escolaridade exigido para o desempenho do cargo – para aqueles cuja exigência é nível médio, os salários podem atingir R$ 2 mil; enquanto que para cargos com exigência de nível superior, as remunerações passam dos R$7 mil.

Entretanto, conseguir aprovação requer muita dedicação, muito estudo e a superação de desafios. Segundo a advogada Gisele Friso, nos concursos públicos em carreiras jurídicas de primeira linha (como magistratura, ministério público, defensorias, procuradorias, delegado de polícia, dentre outras), por exemplo, o número excessivo de matérias cobradas nas provas, assim como o nível de conhecimento, são as principais dificuldades para o candidato.



"O nível de exigência está cada vez maior. Há concursos em que sobram vagas, pois o número de candidatos suficientemente preparados para aquele concurso, de acordo com as exigências, foi inferior ao número de vagas. Isso gera a sensação no candidato de ter sido derrotado por ele mesmo. Há pessoas que estudam oito horas por dia durante três anos e estão começando a passar para as segunda e terceira fases desses concursos", avalia a advogada.

Segundo Gisele, esta exigência é justificada pelo fato de que a busca por um emprego ou cargo público no Brasil é grande, pois, hoje, trabalhar para o Estado é atrativo, principalmente pelos altos vencimentos iniciais e pela estabilidade que se tem nessas carreiras. "Com um volume de candidatos muito grande - alguns desses concursos de primeira linha chegam a ter 15.000 para 200 vagas - é natural que o nível de exigência seja maior", explica.

Além disso, os concursos exigem disponibilidade de tempo e de recursos financeiros para a dedicação exclusiva aos estudos, dificultando as chances daqueles que precisam trabalhar ou que não têm a oportunidade financeira de pagar um curso preparatório. "É possível conciliar o emprego aos estudos, porém, muitos acabam desistindo em função do cansaço e até por conta do fator psicológico, já que o processo todo gera muita ansiedade no candidato, pois não há uma data final prevista. Não é como um curso superior, um mestrado ou um doutorado. Estudar para concurso público é um investimento a longo prazo, porém, sem data certa para término", pondera a advogada.

Para Gisele, o ideal é aliar a determinação à organização e à disciplina. A dica da advogada é estabelecer uma sistemática de estudos que se encaixe na rotina do candidato. "Cada um tem seu método. Já vi alunos que estudam em voz alta e gravam para, depois, escutarem no caminho para o trabalho, por exemplo. Ou ainda aqueles que fazem resumos ou simulações de provas", conta.

Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Cinco atalhos rápidos para fugir do estresse

O conhecimento popular já atestou: socar a mesa, bater o telefone, gritar e ter dor de barriga são reações comuns em situações estressantes mas em nada aliviam os sintomas que afetam em cheio a saúde e o bem-estar.

A maior pesquisadora sobre o estresse no Brasil, a psicóloga Ana Maria Rossi, PhD em gerenciamento de estresse e professora de MBA de Recursos Humanos da Faculdade de Economia da USP, acalenta os estressados.

“Viver sem estresse é impossível e é inútil tentar eliminá-lo. Mas, sim, existem fórmulas eficazes de gerenciar esta sensação.”

Segundo Ana Maria Rossi, quem dorme quantidade de horas suficientes, pratica atividades físicas e ainda tem uma alimentação saudável lida melhor com a descarga de hormônios liberadas em momentos de dificuldade e pressão, que resultam em raiva, boca seca, descontrole mental e, em acúmulo, afetam o sistema nervoso central e digestivo.

Mas além dos mecanismos preventivos ao estresse, que vão dos hábitos de vida saudáveis à meditação, a especialista também lista alguns atalhos que – em até dez minutos – são capazes de amenizar o estresse e ajudar a controlá-lo. É só conferir

1) Respire fundo por dez vezes

A técnica é milenar e, cientificamente, funciona. Respirar a plenos pulmões aumenta a oxigenação do corpo e por isso traz o efeito calmante ao organismo. Mas é preciso parar e respirar. Devagar e sentindo a inspiração e a expiração.

2) Imagine um lugar delicioso

Parece clichê, mas o processo é cerebral. “Por um problema neuroquímico, o nosso cérebro não consegue distinguir o que é real do imaginário”, explica Ana Maria Rossi. Por isso, quando colidimos com o estresse é indicado imaginar aquela praia paradisíaca, as montanhas que passaram as últimas férias, a casa dos avós onde passou a infância. Este processo de resgate de imagem também controla o estresse e acalma o organismo.

3) Recorra aos sons amigáveis

Pode ser uma música de que gosta, a voz de um amigo ou de um amor, seja falada pelo telefone ou apenas imaginada. Risadas de bebês, cantoria de passarinhos ou barulho do mar. Os sons também acionam o “botão” que libera substâncias positivas ao organismo, como a endorfina. Ela amplia a sensação de bem-estar e ajuda a gerenciar o estresse.

4) Pode comer alguma coisa – desde que saboreie

“As situações de estresse fazem com que as pessoas procurem uma gratificação oral”, define a especialista Ana Maria Rossi. “E para que este atalho funcione, de verdade, não adianta degustar algo que depois vai trazer mais prejuízos do que benefícios”, diz ela. Fumar, beber várias doses de álcool ou comer compulsivamente sem apreciar os sabores são atitudes que devem ser descartadas como atalhos antiestresse.

“Os momentos conflituosos também fazem com que as pessoas não prestem atenção no que estão comendo e isso atrapalha o controle do estresse.”

A dica então é saborear uma comidinha. Pode ser um chocolate ou as outras 10 opções de alimentos que melhoram o humor. Desde que consumidos com moderação e aproveitando cada pedaço.

5) Mude de ambiente

Se estiver parado no congestionamento, estacione o carro. Caso o local seja uma sala de reunião, vá ao toalete. Se for uma briga em um quarto, vá para a sala. De forma impulsiva, as pessoas já costumam sair de cena em horas de estresse. Mas não adianta bater a porta, gritar ou deixar o outro falando sozinho, atitudes que são um fósforo aceso em um barril de pólvora. Mas pedir licença e sair do ambiente por alguns minutos, dar uma volta no quarteirão, ir até a padaria, de fato, ajudam.

“Mudar o ambiente é uma excelente forma do corpo reagir de forma positiva ao estresse”, ensina Ana Maria Rossi.

Fonte: www.correiodoestado.com.br

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Feedback: 6 dicas para aproveitar essa avaliação da melhor forma possível


A avaliação dos profissionais feita por seus gestores deve ser considerada como uma grande oportunidade de rever os pontos que podem e devem ser melhorados

A graduação, os cursos extracurriculares, a experiência em uma determinada área, um intercâmbio, tudo isso conta, e muito, na construção e desenvolvimento de uma carreira bem-sucedida. Mas, nesse caminho, a ferramenta que vai ajudar o profissional a ajustar pontos importantes de sua atuação profissional é o feedback.

A avaliação dos profissionais feita por seus gestores deve ser considerada como uma grande oportunidade de rever os pontos que podem e devem ser melhorados. O papel do avaliador será muito importante, mas o avaliado também precisa saber como aproveitar esse momento, para fazer com que esse retorno realmente seja útil no seu desenvolvimento.

Com o apoio da coordenadora do núcleo de estudos e negócios em desenvolvimento de pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Adriana Gomes, a equipe InfoMoney elaborou 6 dicas para que se possa aproveitar, da melhor forma possível, o feedback. Observe:

1 - Considere-o uma oportunidade - antes de mais nada, é preciso ver o feedback como uma oportunidade de crescimento e não como um momento único e exclusivamente utilizado para apontar erros, falhas e problemas. Considerar esse retorno como uma oportunidade já mostra que o profissional está aberto a mudanças e interessado em se aperfeiçoar. Os que veem o feedback como críticas destrutivas ficam bem atrás em termos de desenvolvimento.

2 - Não leve para o lado errado - no ambiente corporativo, o lado pessoal, usualmente, é o lado errado. Um dos maiores erros é achar que o feedback é sinônimo de crítica. Na prática, o gestor está tratando de pontos a melhorar que vão ajustar sua atuação e, consequentemente, ajudar a melhorar seus resultados e os da empresa.

3 - O olhar do outro - valorize e preste muita atenção na avaliação do seu gestor, pois, por mais que as pessoas estejam trabalhando da melhor maneira possível, ou seja, "dando o seu melhor", o olhar do outro pode ajudá-lo a perceber comportamentos ou atitudes que sozinhos é difícil identificar.



4 - Reflita - para melhor aproveitar um feedback é preciso dar um tempo, ou seja, ouça atentamente o que foi dito e vá para casa. Ao longo de alguns dias pense no que foi falado. De acordo com Adriana, certas avaliações, que num primeiro momento parecem injustas ou equivocadas, depois de um tempo de reflexão, começam a fazer sentido.

Lembre-se de que é algo intrínseco ao ser humano rejeitar as criticas, e não deixe essa característica humana boicotar seu desenvolvimento. Não há feedback em que não haja sugestões de melhoria.

5 - Elabore um plano de ação - depois de uma reunião cheia de considerações sobre seu trabalho, é hora de elaborar um plano de ação objetivo, com prazos e metas a serem atingidas. De nada vai adiantar o profissional ser avaliado, estar aberto e disposto a ouvir onde pode melhorar se ele não fizer nada a respeito.
Todos os pontos a melhorar devem fazer parte do seu plano de ação. Não se deve esperar necessariamente mais seis meses ou um ano, dependendo da periodicidade com que a empresa realiza seus feedbacks, para observar se as metas estão sendo cumpridas.

Tudo vai depender do ponto de melhoria. No caso de um comentário pontual, referente a funções do dia a dia, em questões de semanas, já é possível apresentar melhoras. Aprender outra língua, porém, vai exigir um prazo maior. Mas o importante é fazer a verificação.

6 - Descubra a intenção do seu gestor - é preciso considerar que alguns profissionais não estão preparados nem qualificados para oferecer o feedback. Muitos indivíduos se questionam, alguns até com razão, se seus chefes de fato querem seu desenvolvimento ou somente usam esse tempo para criticá-los. Para descobrir a real intenção do seu gestor, alguns conselhos podem ajudar.

De acordo com Adriana, a própria relação que o trabalhador possui com seu chefe já é um grande indicador. "É onde reside a diferença de uma crítica destrutiva de um feedback bem dado". Além da qualidade da relação entre os profissionais, elementos como a maneira como seu gestor fala com você e o tom de voz que usa podem indicar o objetivo desse feedback.

Vale ainda ressaltar que, nessa avaliação, não se devem abordar apenas os pontos a melhorar, mas também valorizar os pontos positivos. Segundo a consultora de planejamento de carreira da Ricardo Xavier, Karla de Oliveira, os gestores precisam trazer os elementos que mostram que você é um bom profissional.

Por fim, o que ajuda a identificar a intenção do seu gestor é se ele apresenta ou não justificativas para as críticas que está fazendo. "O feedback não é algo aleatório. Se o chefe destaca um ponto negativo, ele precisa apresentar argumentos que justifiquem essa avaliação", avalia Karla.

Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pesquisa: 84% das pessoas com deficiência ocupam cargos operacionais


Contudo, nem todos costumam ser favorecidos com boas oportunidades, lembra o estudo

As pessoas portadoras de deficiência costumam ser contratadas para ocuparem cargos de baixa responsabilidade e ainda sofrem com a falta de planos de carreira nas empresas em que atuam. Ao menos é isso o que aponta um recente levantamento da i.Social – consultoria especializada na inclusão de deficientes no mercado de trabalho.

De acordo com a pesquisa "Pessoas com Deficiência: expectativas e percepções sobre o mercado de trabalho", 84% dos funcionários com deficiência costumam ser contratados para trabalharem em cargos administrativos nas empresas brasileiras. Contudo, nem todos costumam ser favorecidos com boas oportunidades.

"Esse é o principal gargalo do setor: a baixa qualidade das vagas oferecidas para as pessoas com deficiência. São vagas de base, operacionais. É quase impossível encontrar uma oportunidade de gerente ou coordenador, por exemplo", diz o sócio-diretor da i.Social, Jaques Haber.

Para se ter uma ideia, segundo a avaliação, apenas 9% dos cargos disponibilizados pelas companhias costumam ser gerenciais. "Tal fato demonstra que as companhias estão apenas preocupadas com as cotas impostas pelo governo, se empenhando muito pouco para oferecer verdadeiros planos de carreira aos seus contratados", conclui.

Qualificação não é mito

Outro problema revelado pelo estudo diz respeito à qualificação da mão de obra de tais profissionais. Afinal, ao contrário do que muitos possam imaginar, a formação nem sempre costuma ser um problema.

"Estabeleceu-se um mito de que todo deficiente é pouco qualificado e isso não é verdade. Temos em nosso cadastro pessoas que estão cursando o nível médio, o curso superior e até mesmo uma pós-graduação", diz Haber.

Segundo o levantamento, dos 800 participantes da pesquisa, 35,4% deles declararam possuir Ensino Médio completo e 17,4% afirmaram estar cursando o ensino superior. Os que declaram ter concluído o curso universitário, entretanto, atingiram 20,2%, o que revela um importante dado do setor.

"Os profissionais portadores de algum tipo de deficiência que ainda estão cursando uma pós-graduação ou que já concluíram o curso representaram, respectivamente, 4,2% e 7,2% do total de respondentes", explicou Haber.

Deficiências mais leves

O estudo também apontou a preferência das empresas pela contratação de profissionais com deficiências mais leves, como a física, que teve 71% das ocupações nas organizações.

"As empresas procuram pesssoas com deficiências mais leves. Um cadeirante costuma ter dificuldade de conseguir emprego, pois a adequação dos espaços ainda é um problema para as companhias", informa Haber.

De forma geral, a disposição das contratações se mantêm dividida entre os profissionais com deficiência auditiva (20,3%), visual (7,3%), múltipla (0,9%) e intelectual (0,5%).

"Às vezes, a resistência de contratação é do próprio gestor de uma companhia e não da área de recursos humanos em si. Trata-se de um problema cultural, que certamente deverá mudar com a próxima geração", diz Haber.

Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O que os melhores líderes do mundo fazem de diferente


O consultor Marcus Buckingham ensina maneiras de transformar a gestão de uma empresa e desafia líderes empresariais a agir de uma nova forma



Imagine como seria interessante entrevistar milhares de gestores no mundo e perguntar para eles o que realmente torna uma equipe excepcional? Provavelmente, teríamos um panorama geral das práticas mais eficientes de gestão utilizadas pelas empresas.

E foi com esse pensamento que o consultor Marcus Buckingham aceitou esse desafio. À frente da coordenação de estudos realizados pelo instituto de pesquisa Gallup, ao longo de duas décadas, e que entrevistaram mais de 80 mil profissionais de cargos de chefia em todo o mundo, Buckingham identificou algumas semelhanças nas práticas gerências que dão certo.

Para o consultor, não existem grandes empresas, mas apenas equipes que sabem trabalhar bem e profissionais que sabem orientá-las. "O gerente tem a responsabilidade de transformar a personalidade de uma pessoa em desempenho. [...]. Somos mais produtivos quando conseguimos fazer o nosso melhor o tempo todo", declara o consultor em sua palestra na HSM Expomanagement.

Quem é seu conselho de Administração?

Na palestra, Buckingham relata que até nos mesmos cargos de uma empresa existe uma variação no rendimento das pessoas. Ele conta que acompanhou uma rede varejista com três mil lojas e, apesar das mesmas diretrizes em cada unidade, o potencial dos colaboradores variava. "Por que duas equipes que ganham a mesma coisa e fazem o mesmo trabalho têm níveis diferente de performance? O que será que acontece?", questiona o consultor a plateia.

Em seguida, Buckingham destaca que cada organização tem um conselho de administração, que ajuda a empresa tomar decisões e suas diretrizes. E pede para que cada um dos participantes da ExpoManagement imagine seu próprio conselho de administração pessoal e escreva em um papel. Ao perguntar ao público quem colocou seus líderes e chefes nesse conselho pessoal, o consultor confirmou sua teoria: 80% desses chefes faziam parte dessa lista.

Agora, o consultor fez uma segunda pergunta: "Será que o seu nome entraria na lista do conselho de administração pessoal dos seus subordinados? [...]. Será que você está fazendo o mesmo impacto com seu subordinado como o seu líder fez com você?", questiona novamente para depois concluir:

"Antes de racionalizar a razão, temos que pensar nas questões pessoais. É isso que você deve buscar. [...]. Deve entrar no conselho de administração dos seus subordinados. Essa consciência gera um poder. A cultura está nas mãos do gestor local e e por isso que a mesma empresa pode dar diferentes resultados.

Os três questionamentos

Marcus Buckingham relata que através de sua pesquisa com líderes de todo mundo, três perguntas feitas para os funcionários podem definir em que caminho cada empresa está:

1ª - Os meus colegas estão comprometidos com a qualidade?
"É preciso definir o que é qualidade, mostrar o significado da excelência. Só assim as pessoas poderão conseguir dizer sim para esse questionamento. Jobs pode ter tido muitos defeitos, mas ele conseguia fazer isso", comenta o consultor.

2ª - Sei o que é esperado de mim no trabalho?
"Você nunca vai conseguir achar um funcionário confuso e competente ao mesmo tempo", destaca. Para ele, é preciso criar cronogramas e maneiras corporativas que vão dizer o que é esperado por cada profissional.

3ª - No trabalho, tenho a oportunidade de realizar todos os dias o que sei de melhor?
"No fundo, os líderes que conseguirem um sim nessa pergunta de seus colaboradores, com certeza, terão um desempenho maior que os outros. Mas, se você tirar o 'todos os dias' você perde o efeito", ressalta.

Pontos fortes

Quando se fala em aperfeiçoamento profissional, estamos acostumados a ouvir que devemos melhorar os nossos pontos fracos para equilibrar nossas habilidades. No entanto, Marcus Buckingham afirma que esse pensamento está condenado ao fracasso. Para ele, as pessoas vão obter os melhores resultados tirando o máximo dos seus pontos fortes ao invés de colocar muita ênfase nas deficiências ou falhas percebidas. "As pessoas reúnem seus pontos e tornam seus pontos fracos irrelevantes", ensina.



Quem é Marcus Buckingham

O consultor passou quase 20 anos na organização Gallup (empresa referência em pesquisas de mercado), onde conduziu uma pesquisa sobre os melhores líderes do mundo, gestores e locais de trabalho. Esta pesquisa na Gallup tornou-se, mais tarde, a base dos best-sellers. "Em primeiro lugar, quebrar todas as regras" e "Descubra seus pontos fortes". Ele tem sido também tema de inúmeros artigos no New York Times, na Fortune, na Business Week e na Fast Company. Ele foi, ainda, descrito pela revista Fortune e por Oprah Winfrey como "'guru' de gestão de pontos fortes" e "líder da revolução de pontos fortes".


Fonte: www.administradores.com.br

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Como uma fusão ou aquisição feita por sua empresa pode refletir no seu emprego?


Especialistas explicam que a própria dinâmica do mercado exige mudanças e é preciso estar preparado para elas




A dinâmica do mercado exige mudanças. É preciso se adaptar às novas tecnologias, aos gostos dos clientes, às exigências dos consumidores, enfim, às tendências que ora apontam para um lado, ora para outro. Nesse ambiente, onde estabilidade não é a palavra-chave, os profissionais vão observando as empresas onde trabalham adquirirem outras, venderem parte de seus negócios, alterarem sua diretoria, agregarem novos funcionários à equipe, mudarem sua cultura e assim por diante.

Tudo que acontece na empresa, porém, pode refletir no funcionário, gerando impactos positivos ou negativos. A grande questão é: quando uma fusão, uma aquisição ou a mudança de uma diretoria pode representar um risco ao emprego dos funcionários?

A master coach Adriana Marques avalia que qualquer mudança, seja ela cultural, de liderança, de chefia ou de negócio, pode, sim, representar um perigo e gerar instabilidade. Esse perigo vai aumentar principalmente para aqueles funcionários que não estiverem abertos e preparados para elas. Lembrando que estar preparado é ser um profissional que sabe se adaptar às transformações.

O risco de perder o emprego existe por uma série de motivos, guiados pelos objetivos das empresas controladoras, que vão observar, sobretudo, os resultados dos profissionais. Na prática, quando uma empresa adquire outra, ela faz isso porque quer resultados, quer melhorar a sua área de atuação, quer aumentar seu lucro. Com isso em mente, vai acontecer, inevitavelmente, uma análise de performance dos profissionais, ou seja, vão analisar quem entrega resultados e quem não entrega.

Como a empresa quer melhorar seu negócio, ela vai tentar otimizar seus recursos, e, no caso dos trabalhadores, serão selecionados os melhores. O diretor da Bazz Estratégia e Operação de RH, Celso Bazzola, observa os principais elementos que ajudam a reconhecer um profissional de destaque, ou seja, aquele que conhece o trabalho que faz, conhece o bussiness da empresa, que tem uma formação adequada e apresenta habilidades comportamentais desenvolvidas.

Como enfrentar essa mudança?

Adriana explica que, para passar essa fase de transição sem grandes problemas, os profissionais precisam, antes de mais nada, considerar a mudança como um desafio e não como algo negativo. A postura que o profissional tem frente aos novos acontecimentos será determinante para sua carreira.

A estratégia para não deixar que uma alteração na companhia onde atua afete seu cargo ou mesmo seu emprego é prestar atenção a três pontos: relacionamento, conhecimento e resultado esperado. No caso do relacionamento, a orientação é descobrir com quais pessoas você precisa ter contato. Ou seja, quais são os profissionais da nova empresa que podem ajudar na sua integração.

Falando de conhecimento, lembre-se de que, com a chegada de uma nova empresa, os profissionais podem passar a ser cobrados de outra forma. A sugestão aqui é tentar responder à seguinte pergunta: o que eles querem de mim? A partir da resposta que você obtiver, é preciso correr atrás do desenvolvimento das novas habilidades.

Adriana lembra que “não basta você ser bom, você tem que propor resultados. O profissional tem que mostrar que ele vale aquilo que estão pagando para ele”. Para propor resultados, você precisa saber o que a empresa quer e como você pode contribuir da melhor forma.

Por fim, entenda qual o novo perfil da empresa e busque se adaptar a ele. Adriana finaliza dizendo que qualquer processo de mudança deve provocar uma reação em cada um dos funcionários, nem que seja para decidir que os valores da nova empresa não batem com os dele, optando, portanto, por deixar a empresa.

Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Facebook é o preferido dos recrutadores, de acordo com pesquisa

Segundo consultoria, 75% dos recrutadores na Ásia usam a rede social mais popular do mundo para realizar os processos seletivos

O Facebook é o preferido das empresas para recrutamento e chegou a superar o próprio LinkedIn, rede especializada em contatos profissionais, na Ásia e na Europa. A pesquisa foi divulgada pela Right Management na última quarta-feira, 2.

Segundo a consultoria, 75% dos recrutadores na Ásia usam a rede social mais popular do mundo para realizar os processos seletivos. O índice na Europa chega a 62%. Mas nos EUA o LinkedIn é bem representativo; 90% usam o serviço para obter informações sobre o candidato, contra 34% verificam o Facebook.

O líder global também é o Facebook, com 58%. Em seguida vem o LinkedIn, com 52%, e o Twitter, com 34%.

"Os profissionais precisam estar atentos ao fato de que quase todos os empregadores procuram nestes sites por bons candidatos a emprego", disse Monika Morrow, VP Sênior de Gerenciamento de Carreira da consultoria. "Nossa pesquisa mostra que nove em dez grandes empresas nos EUA acham ao menos um desses sites úteis para contratar gente".

O estudo foi realizado em 17 países e levou em conta 2010 pessoas do setor.




Fonte: www.administradores.com.br

Com informações do IDG Now!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Pesquisa: cresce o número de mulheres nos conselhos de empresas de capital aberto

Representantes do sexo feminino somam 8% do total das posições efetivas em 2011, informa estudo do IBGC


A participação de mulheres nos conselhos de administração das empresas brasileiras listadas em Bolsa tem crescido nos últimos anos. Das 2.647 posições efetivas em 2011, 8% são ocupadas por representantes do sexo feminino. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (31) pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa).

De acordo com o relatório “Mulheres no Conselho de Administração das Empresas Listadas Brasileiras”, que traz o panorama da diversidade e a quantificação da presença da profissional nos conselhos de administração, fiscais e nas diretorias estatutárias das empresas listadas em Bolsa no País, a estimativa é que, hoje, 165 mulheres ocupem posições em 204 conselhos de administração de 147 empresas.

Para se ter uma ideia, em 2010, as mulheres foram responsáveis pela ocupação de 7,10% dos cargos - considerando uma base de 3.046 posições efetivas.

Atenção nacional
Segundo uma pesquisa da Catalyst de 2011, em uma comparação com o restante do mundo, o Brasil ocupa uma posição intermediária quanto à diversidade de gênero nos conselhos de administração.

“Enquanto a Noruega é a primeira colocada no ranking, apresentando uma legislação própria que obriga as empresas a terem 40% das vagas em conselhos dedicadas às mulheres, o Brasil está entre os que já adotaram cotas ou estão em transição, com 7,7%”, informa o relatório.

Para a superintendente-geral do IBGC, Heloisa Bedicks, o assunto é extenso, entretanto, está cada vez mais presente nas discussões das companhias brasileiras.

“O levantamento do IBGC é uma continuação do relatório iniciado em 2009. A diversificação nos cargos da alta administração é um tema previsto em nosso código, que sugere a escolha de seus membros por compatibilidade ou superioridade de competências”, detalha a profissional.

Interesse mundial
Segundo o documento, o primeiro país a estabelecer em lei um percentual mínimo para as mulheres nos conselhos de administração foi a Noruega que, em 2003, aprovou uma lei exigindo 40% dos assentos dos conselhos para as mulheres. A lei entrou em vigor integralmente em 2008, quando as empresas de capital aberto deveriam estar adaptadas à regra.

Mais recentemente, outros países que estudaram a imposição de cotas para mulheres e criaram uma legislação para regulamentar o assunto foram a França, Espanha, Holanda, Bélgica e Itália.

No Brasil, a situação ainda está indefinida. Segundo o levantamento, o movimento em direção ao estabelecimento de cotas em lei no País ainda é incipiente, com somente um projeto de lei já aprovado pela CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado, o PLS 112/10.

Mas a expectativa para o futuro não é das piores. Segundo o levantamento, até 2016, as mulheres devem ocupar 10% dos cargos de conselho em empresas públicas e de economia mista, atingindo 40% em 2022.

O estudo
O estudo avaliou o perfil do conselho de administração de 454 empresas listadas em 2011, além de outras 507 em 2010. O relatório contou com informações levantadas pelo Instituto e dados concedidos pela BM&FBovespa nos últimos dois anos.

Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dez principais erros no trabalho em equipe.

Especialistas apontam atitudes que devem ser evitadas na hora de atuar em grupo. Sabemos que em determinados momentos isso é difícil, porém não impossível. Algumas pessoas já sabem , outras não mas sempre bom relembrar. Confira os 10 erros que você não pode cometer na sua carreira.




Achei ótima e oportuna essas dicas fornecidas pelos especialistas para o nosso trabalho em equipe e repasso para os amigos. Haja visto que passamos a maior parte do nosso tempo nas empresas do que com os nossos familiares.

E é de suma importância possuir um bom relacionamento e ter boas atitudes e maneiras para com todos. Afinal de contas devemos respeitar ou outros para ser respeitados.

Cada vez mais o mercado de trabalho exige dos profissionais facilidade para trabalhar em equipe. Ocorre que em boa parte dos casos o sucesso no desempenho dessas tarefas esbarra na falta de bom-senso e de limites entre o que pode ou não ser feito ou dito.

O Universia conversou com especialistas de carreira que listaram algumas atitudes imperdoáveis no relacionamento diário de uma equipe. Elas poderão ajudá-lo a não sofrer as conseqüências de uma piada fora de hora ou do mau-humor de um membro da turma.


01) Fazer fofoca de colegas ausentes

"Falar dos outros é sempre delicado. Portanto, se você tem algo a dizer para seu colega diga diretamente a ele. Desta forma, evita que o comentário seja mal interpretado e retransmitido por outros funcionários. Ao fazer uma crítica diretamente ao colega em questão você evita que seu comentário chegue distorcido aos ouvidos dele, o que pode gerar conflitos. Além disso, falar pelas costas e comentar sobre a vida alheia é uma atitude mal vista".
Paulo de Castro Braune - Diretor Geral da Braune Educação Empresarial.

02) Rejeitar o trabalho em equipe

"Hoje, independentemente de seu cargo, é preciso saber trabalhar em equipe, já que bons resultados dificilmente nascem de ações individuais. No ambiente corporativo, uns dependem dos outros. Se o funcionário não estiver disposto a colaborar com os colegas, certamente será um elo quebrado. Com isso, o grupo/equipe não chegará ao resultado desejado. Ser resistente ao trabalho em equipe é um revés grave. Sem essa abertura, dificilmente o colaborador conseguirá obter sucesso".

Ricardo Dreves - Diretor da consultoria em RH Dreves e Associados.


03) Ser antipático (a)

"A empatia é muito útil no ambiente de trabalho. Você deve ser leal, cortês, amigo e humilde. Falar bom dia e cumprimentar os outros são atitudes que demonstram educação e respeito pelos demais. O fato do trabalho exigir concentração do colaborador não significa que ele não possa ser cordial e abrir um espaço na agenda para ajudar os companheiros de equipe".

Marcelo Abrileri - presidente do site de empregos Curriculum.


04) Deixar conflitos pendentes

"Conflitos acumulados podem se agravar. Qualquer tipo de problema referente ao trabalho, dúvida sobre decisões, responsabilidades que não foram bem entendidas, alguém que ficou magoado com outro por algum motivo, enfim, qualquer tipo de desconforto deve ser esclarecido para evitar a discórdia no ambiente. O funcionário deve conversar para resolver o assunto, caso contrário, isso poderá gerar antipatia, fofoca com outros colaboradores e um clima péssimo para toda a equipe".
Beatriz Maria Braga Lacombe - professora de gestão de pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo

05) Ficar de cara fechada

"Ter um companheiro de equipe com bom humor anima o ambiente de trabalho, enquanto que topar um colega mal-humorado causa desconforto do início ao fim do expediente. Esta postura gera desgastes desnecessários, pois além de deixar toda uma equipe desmotivada ainda atrapalha a produtividade. Pessoas mal-humoradas geralmente não toleram brincadeiras. Com isso, automaticamente são excluídas da equipe, o que não é saudável. Por essa razão, manter o bom humor no trabalho é fundamental para cultivar bons relacionamentos".
Julia Alonso - Sócia diretora da Só Talentos RH, recrutamento e seleção de estagiários e trainees.

06) Deixar de cultivar relacionamentos

"Os melhores empregos não estão nos jornais e nem nos classificados. A partir do seu relacionamento interpessoal no trabalho é que conseguirá construir uma rede de contatos (networking) que servirá, no futuro, para encaminhá-lo às melhores oportunidades. ? importante mostrar dinamismo, ser cooperativo no trabalho e nunca fechar as portas pelos lugares onde passar".
Sheila Madrid Saad - professora de Recursos Humanos e Comportamento Organizacional da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

07) Não ouvir os colegas

"? importante escutar a todos, mesmo aqueles que têm menos experiência. Isso estimula a participação e a receptividade de novas idéias e soluções. Questionar com um ar de superioridade as opiniões colocadas numa reunião não só intimida quem está expondo a idéia, como passa uma imagem de que você é hostil. ? necessário refletir sobre o que está sendo dito, não apenas ouvir e descartar a idéia de antemão por considerá-la inútil".
Cristiane Leão - analista de desenvolvimento de recursos humanos da Fundação Mudes - São Paulo.

08) Não respeitar a diversidade

"Todas as diferenças devem ser respeitadas entre os membros de uma equipe. Não é aceitável na nossa sociedade alguém que não queira contato com outro indivíduo apenas por ele ser diferente. Ao passo que o funcionário aceita a diversidade, ele amplia as possibilidades de atuação, seja dentro da organização ou com um novo cliente. Além disso, o respeito e o tratamento justo são valores do mundo globalizado que deveriam estar no DNA de todos. Sem eles, o colaborador atrapalha o relacionamento das equipes, invade limites dos colegas e a natureza do outro".
Nelci Maria de Mello - gerente de recrutamento e seleção da empresa Dupont - companhia científica, com atuação no setor químico.

09) Apontar o erro do outro

"A perfeição não é virtude de ninguém. Antes de apontar o erro do outro, deve-se analisar a sua própria conduta e sua responsabilidade para o insucesso de um trabalho ou projeto. ? melhor ajudar a solucionar um problema do que criar outro maior em cima de algo que já deu errado. Lembre-se: errar é humano e o julgamento não cabe no ambiente de trabalho. No futuro, o erro apontado pode ser o seu".
Doutor Helio Roberto Deliberador - professor do Departamento de Psicologia Social da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

10) Ficar nervoso (a) com a equipe

"Atritos são inevitáveis no ambiente de trabalho, mas a empatia deve ser colocada em prática nos momentos de tensão entre a equipe para evitar que o problema chegue ao gestor e se torne ainda pior. Cada um tem um tipo de aprendizagem e um ritmo de trabalho, o que não quer dizer que a qualidade da atividade seja melhor ou pior que a sua. O respeito e a maturidade profissional devem falar mais alto do que o nervosismo. Equilíbrio emocional e uma conduta educada são importantes tanto para a empresa como para o profissional".
Gláucia Santos - consultora de recursos humanos da Catho on-line.

Fonte: Universia Brasil

Caros amigos vamos colocar em prática essas dicas , pois quem tem a ganhar somos nós mesmos.

Lembrando:
" Se você deseja ter algo diferente, faça algo diferente, caso contrário você obterá sempre a mesma coisa, e portanto não terá o direito de reclamar".

" Ninguém e melhor que ninguém, seja humilde e procure ajudar o próximo, pois um dia você precisará de ajuda".

"Faça a sua parte corretamente pois tem sempre alguém olhando por você e analisando o seu trabalho e a sua conduta"


Fonte: Ântonio Alves dos Santos - www.administradores.com.br